Curioso para saber quem são os 9 ex-bilionários da Forbes? Pois saiba que no geral, foram 329 pessoas que deixaram a lista de bilionários este ano. Afinal, por que tanta gente perdeu o posto de bilionário? Veja a seguir os detalhes.

Hoje, vamos conhecer a história de 9 ex-bilionários da Forbes, que tiveram os seus nomes retirados dessa seleta lista neste ano de 2022. De acordo com a Revista Forbes, 329 nomes que estavam no ranking dos bilionários do mundo, no ano passado, 2021, não estão mais. Essas pessoas tiveram perdas em seu patrimônio, e por isso, não são mais bilionárias.
Os motivos para tamanho número de pessoas que deixaram de pertencer ao grupo dos bilionários são diversos. Inclusive, o mercado financeiro está cada dia mais instável. Basta um pequeno deslize para que grandes empresas apresentem quedas gigantescas em suas ações. Detalhes como este, serão abordados no decorrer do texto. Então, acompanhe a leitura conosco!
A queda dos bilionários
Os impactos da pandemia, a guerra entre a Rússia e a Ucrânia, a repressão tecnológica da China, e o grande número de queda no valor de ações, são os principais motivos para que 329 nomes fossem retirados do ranking dos bilionários da Revista Forbes neste ano de 2022. Além disso, 169 pessoas das 493 que apareceram pela primeira vez na lista dos bilionários, já tiveram os seus nomes cortados.
Uma curiosidade é que esse é o pior número de cortes, desde o ano de 2009, quando 355 pessoas saíram da lista de bilionários, devido à crise financeira. Mas, também é válido ressaltar que 30 bilionários não constam mais no ranking porque faleceram em 2021. Contudo, eles são contabilizados de forma separada dos que saíram da lista por perdas no patrimônio.
Dentre as pessoas que perderam o seu posto no grupo de bilionários do mundo, o país que mais teve essas perdas foi a China, com 153 nomes cortados, seguido da Rússia, com 35 nomes a menos e dos Estados Unidos, com corte de 33 nomes da lista. Aliás, somente estes 3 países representam ⅔ (dois terços) do número total de quedas. Acompanhe, a seguir, a história de 9 ex-bilionários da Forbes em 2022.
Shalon Meckenzie, RJ Scaringe, Vlad Tenev e Baiju Bhatt
O empresário israelense, Shalom Meckenzie, deixou em 2022 a lista de bilionários da Forbes. Hoje, seu patrimônio líquido está avaliado em menos de 900 milhões de dólares. Antes, esse valor era de 1,7 bilhão. Mas, de 2021 pra cá, o empresário no ramo de apostas esportivas viu suas ações despencarem bruscamente, fazendo sua fortuna sair da marca do bilhão agora, em 2022.
Os sócios Vlad Tenev e Baiju Bhatt, ambos dos Estados Unidos, também são ex-bilionários da Forbes. Juntos desde os tempos de universidade, os sócios fundaram o Robinhood Markets, um app para negociar ações sem taxas. Mas, após queda de 71%, os empresários passam por sérios problemas para se reerguer. Atualmente, a fortuna de cada um está avaliada em 800 milhões de dólares. Sendo assim, os sócios não integram mais a lista de bilionários este ano.
Fundador da Rivian, fabricante de veículos elétricos, o engenheiro e empresário norte-americano Robert RJ Scaringe deixa a lista de bilionários, com patrimônio atual de cerca de 700 milhões de dólares, que antes chegavam a 3,4 bilhões de dólares. A queda foi grande e rápida, com perda de 64% do valor das ações da empresa que chegou a ser avaliada em 90 bilhões de dólares.
Oleg Tinkov e Whitney Wolfe Herd

O empresário russo, Oleg Tinkov, fundador e proprietário do banco digital russo, Tinkoff, é mais um dos 9 ex-bilionários da Forbes este ano. Hoje, o empresário conta com menos de 700 milhões de dólares, depois de chegar a 4,7 bilhões. O motivo da queda é fácil de entender: o confronto entre o seu país e a Ucrânia. O Tinkoff chegou a perder 90% de valor, até que as negociações foram suspensas em Londres.
A empresária Whitney Wolfe Herd, dos Estados Unidos, já foi a mais jovem bilionária do mundo, que fez a sua fortuna por si própria. A jovem é fundadora de um aplicativo de encontros que estourou no ano passado. Sua fortuna chegou a ser avaliada em mais de 1,2 bilhão de dólares. Contudo, as ações de sua empresa se encontram em queda, e hoje a empresária não pertence mais à lista dos bilionários, pois sua fortuna atual está abaixo de 700 milhões de dólares.
Jitse Groen, Kete Wang e John Foley
O empresário holandês, Jitse Groen, fundou sua própria plataforma para entregas de comidas Takeaway, quando ainda era estudante. Durante vários anos, Groen se empenhou em adquirir as plataformas concorrentes e assim o fez. Após atingir o pico de valor, durante o auge da pandemia, a empresa começou a perder valor à medida que as pessoas voltaram a frequentar os mercados e restaurantes. O ex-bilionário possui menos de 600 milhões de patrimônio líquido atualmente.
Kate Wang é uma empresária chinesa no ramo de cigarros eletrônicos. Ela é cofundadora do maior empreendimento chinês nesse ramo, a empresa RLX Technology. O sucesso da empresa foi tanto, que a fortuna da empresária quase chegou à marca de 5 bilhões de dólares. Contudo, depois que o governo do país ameaçou as vendas do cigarro eletrônico com a nacionalização, o sucesso da empresa despencou. Sendo assim, hoje sua fortuna se encontra abaixo de 500 milhões, e assim, a empresária deixou a lista dos bilionários.
John Foley é um empresário norte-americano cofundador da Peloton, marca de equipamentos para exercícios que permite acesso à streamings, possibilitando as aulas remotas. O ex-bilionário possuía uma fortuna de quase 1 bilhão e meio de dólares. Contudo, após problemas com relações públicas, a empresa despencou, e hoje Foley é dono de menos de 400 milhões de dólares, deixando a lista dos bilionários.
Por último, Will Wei Cheng
O fundador da plataforma Didi Global, que oferece serviço de transporte móvel, Will Wei Cheng, da China, também está fora da lista de bilionários da Forbes. O empresário chinês, proprietário da plataforma que conseguiu tirar a Uber do país, viu as ações de sua plataforma caírem quando o governo chinês chegou a banir seu app, como medida de proteção cibernética. Após as ações despencarem 89%, a fortuna de Cheng agora está avaliada em menos de 300 milhões de dólares.
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