A cada dia que passa temos mais startups no mercado e, consequentemente, cada vez mais elas recebem mais investimentos de venture capital. Saiba como as startups tem acesso a capital e como as rodadas de aporte funcionam!

Mesmo para as pessoas que estão envolvidas nesse ambiente de startups, acesso a capital, investimentos e afins é uma tarefa super complicada entender e explicar como funcionam as rodadas de investimentos de VCs – os fundos de venture capital. Imagina só como é difícil para aqueles que não tem tanto conhecimento sobre o assunto. Foi a partir dessa dificuldade e pensando em uma solução, que um fundo de venture capital da Alemanha, o Point Nine, elaborou um “Napkin”, um esquema de anotações em um guardanapo.
O Napkin original em inglês virou uma febre e foi compartilhado pelos investidores e empreendedores de todo o mundo. Visando adaptar esse sucesso para a realidade do Brasil, o fundo big-bets produziu sua própria versão usando as rodadas de aporte comandadas pelos principais fundos que operam no país no último ano. O esquema se chama “Estágios de Maturidade X Rodadas de VC” e conta com informações sobre o pré-seed, o seed, e as séries A, B e C, além de características e muito mais.
Startup e seus desafios
Buscar acesso a capital para uma startup pode ser um pouco complicado as vezes, mas alguns fatores podem ser úteis. Escolha e aprenda tudo sobre o tipo de investimento que mais representa sua startup; prepare uma apresentação estruturada, direta e com um bom planejamento, para que o investidor acredite na sua empresa; marque entrevistas e apresente sua empresa de forma breve, mas seja persuasivo; negocie as condições do investimento de forma clara; e, utilize o aporte para fazer sua startup decolar!
Na hora de buscar acesso a capital é bem provável que você passe por inúmeros processos de seleção, negociações, entrevistas e coisas do tipo. O processo não é tão simples e, na maioria das vezes, existirá concorrência com outros negociadores e empreendedores. Então, o mais indicado é que você se prepare para passar por estas etapas. Para isso, você pode procurar saber sobre o assunto, conhecer o mercado brasileiro de capital de risco e conversar com outros empreendedores.
Para auxiliar os empreendedores a Endeavor, uma organização que estimula o empreendedorismo, desenvolveu o manual “Venture capital para scale-ups” com o intuito de ajudar os empreendedores a fazer melhores negociações com fundos de private equity e venture capital. Esse manual afirma a existência de um desequilíbrio nas informações entre os empreendedores e os fundos. Essa assimetria é comum, mas o empreendedor precisa entender como um contrato de investimento acontece.
A razão do capital de risco e o acesso a capital
Por exemplo, o diretor geral do fundo Endeavor Catalyst, Allen Taylor, afirmou que: enquanto os fundos de investimento realizam inúmeras negociações de aporte durante seu funcionamento e existência, os fundadores de negócios realizam uma média de quatro negociações, e a primeira negociação é extremamente importante e decisivo para estabelecer o formato das próximas negociações e contratos. Por isso a importância de os empreendedores compreender o funcionamento desse processo.

No fundo de capital de risco, os gestores juntamente com vários investidores levantam um capital. Esses investidores podem ser de inúmeros tipos: fundos de pensão, bancos comerciais, seguradoras, fundos de investimento, corporações, universidades, fundações e até pessoas físicas. A quantia captada é utilizada para a realização de investimentos nas startups que tenham o argumento defendido pelo fundo na hora da captação. Geralmente, os fundos se diferenciam no estágio da startup ou segmento de preferência.
Como funcionam as rodadas de aporte?
As rodadas de investimento são o processo pelo qual um negócio alcança fundos que possibilitam que a empresa cresça de forma contínua. Esse é o modelo mais utilizado pelas fintech e startups para se financiar. Essas rodadas, ou séries, seguem a sequência do alfabeto: a primeira rodada é a Séria A, em seguida a Série B, depois a Série C e assim sucessivamente.
Cada uma dessas séries é constituída por um único fundo de investimento – ou uma série deles – e, juntos, eles são responsáveis por fazer o aporte em uma startup, ou seja, para que elas tenham acesso a capital. Ao contrário do que algumas pessoas pensam, as rodadas de investimento não são empréstimos. Os fundos de investimento, como o próprio nome já diz, estão investindo em algo que acreditam e não emprestando o valor para as companhias.
É por esse motivo que as startups se preparam atentamente para essas rodadas, expondo um planejamento perfeito a longo prazo e apresentando projeções diretas, mas agressivas. Certamente cada startup se desenvolve de uma maneira, então, é lógico que cada uma atravessa as etapas de crescimento de diferentes jeitos.
Qual o melhor momento para procurar investimentos? Entenda melhor!
Ainda sobre o tema anterior, a primeira rodada a ideia da empresa é que está sendo vendida; os investidores precisam acreditar que, além de o aporte ser bem usado, é preciso que a startup tenha excelentes perspectivas a longo prazo. E, de acordo com o crescimento das startups, são necessários novos rounds de investimento.
Quer dizer que os investidores continuam acreditando e apostando no sucesso do seu negócio. Antes de mais nada, é preciso que o empreendedor de uma fintech ou startup entenda a real necessidade e desejo de buscar por investimentos externos.
É nessa hora que uma decisão precisa ser tomada: a empresa funcionará somente com o capital dos sócios e com a renda gerada pela comercialização dos serviços e produtos ou será preciso contar com o capital de investidores? Esse momento é importantíssimo para sua empresa, então pense muito bem antes de decidir. Não é bom levantar capital muito cedo e, claro, nem muito tarde.
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