O varejo online é um setor em constante crescimento; no entanto, alguns consumidores ainda têm medo de os seus dados serem vazados, clonados ou, ainda, suas contas roubadas. Acompanhe nosso artigo e não tenha medo de fazer compras online!

É fato que as compras online trazem muita praticidade para o dia a dia dos consumidores, certo? Não precisa de correria ou procurar uma vaga no estacionamento. Além disso, a busca dos produtos necessários é muito mais simples, são múltiplas opções de pagamento disponíveis e muitas outras vantagens. Enfim, todas essas facilidades são muito atrativas para que as pessoas continuem comprando pela internet – mas é necessário ter atenção!
Infelizmente, vazamentos de dados acontecem de maneira sistemática. Se você, caro leitor, têm sido um usuário constante da internet pelos últimos 5, 10 ou até 15 anos, sinto em te dizer: provavelmente algum dado pessoal seu já foi vazado. Seja uma senha, endereço de e-mail ou residencial, telefone, localização GPS, às vezes, dados do banco. Com certeza algumas dessas informações já foram expostas ao longo da sua vida digital.
A cada cinco brasileiros, três têm receio de fazer compras online…
É certo dizer que o coronavírus trouxe muitas coisas ruins; no entanto, o comércio eletrônico teve um avanço significativo durante todos os meses da pandemia – isso é um fato! Contudo, mesmo com esse avanço e a ampliação das formas de compra e de pagamento, melhorias no atendimento ao cliente e medidas de cibersegurança, alguns consumidores ainda não se sentem seguros em fazer compras online.
O medo do risco que a internet pode trazer é real! De acordo com a pesquisa feita pela PSafe – maior companhia de segurança digital na América Latina – a cada cinco consumidores brasileiros, três têm receio de terem seus dados pessoais vazados durante a realização de alguma compra pela internet. Afinal, com tantas coisas que ouvimos por aí em noticiários sobre hackers, é normal ter medo.
A empresa fez entrevistas com mais de 8500 pessoas e 59% dos participantes afirmaram que o vazamento de dados está no topo da lista de receios dos consumidores no momento de fazer uma compra virtual. Em seguida, 52% dos entrevistados disseram ter medo de ter os dados bancários roubados. Dentre outros medos, como ter o cartão clonado e não receber o produto comprado. Ainda, 4,5% das pessoas afirmaram não ter medo de pedir online.
Prevenir sempre é o melhor remédio!
Os bancos e instituições financeiras passaram anos e anos construindo barreiras insuperáveis; ou seja, roubar qualquer quantia monetária dessas autoridades é praticamente uma missão impossível. Sendo assim, roubar dinheiro de forma online não se difere; afinal, os bancos passaram muitos anos reforçando sua segurança virtual para que não sofram qualquer tipo de ataque criminoso.
Todavia, tal atitude não é, de forma alguma, educativa ao cliente ou usuário; e os esforços de enviar dicar por meio de SMS ou e-mails capengas são, na realidade, sem qualquer eficácia. Atualmente, depois de as empresas e bancos construírem essas barreiras, a defesa e precaução cibernética dos dados pessoais e do dinheiro é completamente do usuário. Por fim, somente um adendo: deixar a segurança virtual por conta do cliente é praticamente criminoso.
Qual o motivo de ser um ato criminoso? O principal deles é o fato de o Brasil é um país com uma grande desigualdade social; ou seja, as classes sociais são bem distantes e as pessoas possuem acessos bastante diferentes. Fora a falta de educação planejada. Sendo assim, o banco, ou instituição, afirmar somente que Seu Chico e a Dona Maria deveriam ativar outro fator de autenticação no app é ridículo – e até assustador.
Se isso acontecer, o que deve ser feito?

Bom, agora a pergunta a ser feita é: o que eu faço? Parece ruim, e de fato é. Não existe uma bala de prata para se proteger do vazamento de dados; contudo, é possível dificultar a vida de hackers e cibercriminosos e ficar de olho em toda e qualquer movimentação que envolve o seu CPF. Antes de tudo: proteção em camada. Assim como um castelo que tem pontes e muralhas, você também necessita de mais de uma proteção.
Veja algumas dicas: a. não deixe de acompanhar a fatura e extrato bancário; b. acompanhe também seu CPF no Registrato, do BC; c. acesse plataformas que mostram e-mails e senhas que já vazaram – e por onde; d. monitore o seu CPF pelo serviço Serasa AntiFraude; e. por fim, utilize a área para acompanhamentos específicos que o site da Receita Federal disponibiliza.
Algumas dicas de segurança para compras online
- Analise a segurança do site!
Para determinar se o site que você está navegando é seguro, verifique a coluna com o endereço escrito. No início deve aparecer a palavra “seguro”, com um pequeno cadeado fechado ao lado. Caso ainda tenha dúvidas, consulte o CNPJ da empresa e outras informações. Copie e cole em um mecanismo de busca para ver se é verdadeiro ou não.
2. Cuidado ao informar os dados!
Antes de comprar online, a loja normalmente solicitará que você insira alguns dados pessoais e detalhes do seu cartão. As lojas sérias nunca pedirão a senha do cartão. Portanto, se qualquer comércio eletrônico exigir que você forneça senhas de cartão ou outros dados anormais, fique atento.
3. Não acesse links suspeitos!
Outra forma de se manter seguro online é evitar clicar em links suspeitos. Esses links são enviados por e-mail ou até mesmo em grupos do WhatsApp. Portanto, não clique em nenhum conteúdo que você receber. Os fraudadores também copiarão a aparência da marca na tentativa de enganar o maior número possível de pessoas.
Melhor meio de pagamento virtual!
No Brasil, um dos meios de pagamento mais utilizados nas lojas virtuais é o boleto bancário, por diversas razões: é possível comprar na internet sem um cartão de crédito; sendo assim, a compra não se torna uma dívida para o próximo mês. Além disso, muitas vezes, as lojas oferecem descontos que podem chegar até 15% pagando com o boleto. Por fim, e talvez o mais importante, é uma forma segura; visto que não é necessário inserir quaisquer dados. Assim, o cliente evita problemas e foge de grandes riscos.
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