Cercados de fintechs por todos os cantos e submersos em um universo afastado da realidade, digamos assim. Então, a geração Z desafia os tradicionais bancos a redesenhar seus serviços e produtos para auxiliar um público hiper conectado. Saiba mais aqui!

Pagar contas e boletos bancários, transferir dinheiro e realizar transações através de um aplicativo ou site da web já faz parte da rotina de uma grande parte da população brasileira – especialmente da geração Z, certo? Nos últimos dez anos, a digitalização do setor financeiro avançou de forma considerável, e boa parte disso pode estar relacionada à aparição dos bancos digitais no mercado financeiro.
Sem falar da pandemia da Covid-19, que também teve um papel muito importante na inserção e no avanço das soluções de um mundo conectado. Mas, mudando um pouco de assunto, essas mudanças e novidades cativaram um pouco mais de 50% dos jovens brasileiros com idade a partir de 18 anos. Pesquisas apresentam dados onde fica bem claro a preferência do público jovem pelas instituições financeiras digitais.
Geração Z prefere utilizar bancos digitais aos tradicionais
A Mambu, fintech de origem alemã do segmento de soluções financeiras, realizou uma pesquisa pelo mundo, e essa pesquisa mostrou que a maioria da geração Z do Brasil – ou seja, os jovens brasileiros – utilizam um banco digital como principal instituição financeira. Isso mesmo, a maioria do público jovem prefere contar com um banco digital, como Nubank, Inter e C6 Bank para solucionar os problemas financeiros do dia a dia, e não os grandes e tradicionais bancos.
Pois bem, em média 55% do público com idade entre 18 e 35 anos no Brasil optaram por essa modalidade de banco; enquanto, o restante, aproximadamente 45%, escolheram continuar utilizando um banco tradicional. Ademais, 73% dos correntistas de bancos comuns ainda contam com outra conta em uma instituição digital – de forma simultânea.
O Brasil é referência mundial no campo das fintechs. Ocupando a primeira posição desse mercado na América Latina, e São Paulo ocupa a quarta posição da lista de maiores cidades do mundo inteiro nessa questão. Uma das razões para a grande aceitação desses bancos é o papel desempenhado em bancarizar muitas pessoas por aí. Além do mais, para muitos jovens, estas instituições foram as primeiras a lhes oferecer uma oportunidade de ser correntista e avanças na vida financeira.
Por que escolher as instituições virtuais?
No mercado atual, se tem algo que com certeza não está em falta é um banco digital para você. Existem diversas opções para você escolher; afinal, nos últimos anos, muitas fintechs têm surgido no país – e são alternativas muito competitivas com relação aos grandes bancos tradicionais. Inclusive, tem até bancos criando apps e interfaces digitais para não ficar de fora dessa brincadeira.
Em poucas palavras podemos citar os grandes benefícios de ser um correntista em uma fintech. Primeiramente, é possível ter atendimento a qualquer hora do dia, sem precisar sair do conforto da sua casa; isso mesmo, basta alguns toques na tela do seu smartphone. Além disso, podemos citar a experiência digital, a isenção quase total de taxas, não tem tantas burocracias e por aí vai… Fala sério, é muita vantagem!
E podemos confiar em um banco digital? A resposta é simples e curta: SIM! No entanto, isso é coisa séria; então, de qualquer forma, vale a pena buscar informações sobre os bancos antes de se tornar um cliente – essa dica vai principalmente para a galera da geração Z, que não estão tão habituados com essas burocracias e assuntos bancários. Além do mais, buscar conhecimento e ter cautela nunca é demais.
Novo comportamento dos consumidores veio com a pandemia

De início, muitas pessoas optaram por se cadastrar em um banco digital no início de 2020, quando o Coronavírus chegou por aqui. Assim como, aqueles que já possuíam contas digitais, passaram a utilizá-las com mais frequência no mesmo período. Segundo o BC, as medidas de segurança geraram um ambiente caloroso para novas fintechs e instituições digitais peritas em tecnologia e serviços por meio de apps.
Segundo pesquisas realizadas pelo Ipec, em média 57% das 2 mil pessoas entrevistadas possuem uma conta bancária em um banco digital. Dentre estes, 10% optaram por deixar os bancos tradicionais de lado – desde os mais velhos até a geração Z. Porém, o restante, 47%, possuem conta corrente nas duas modalidades de instituições paralelamente. Os bancos digitais contam com uma linguagem mais clara para abordar assuntos tão complicados; esse é um dos motivos para a grande aproximação com os jovens – além da praticidade oferecida, é claro.
O mundo digital como porta de entrada para além da Geração Z
Olha que incrível, não é só a geração Z que aderiu a modalidade digital dos bancos, a população de menor renda também se sentiu acolhida por essas fintechs. Historicamente, essa classe social conta com maior quantidade de desbancarizados, mas felizmente a revolução digital tem sido de grande ajuda para inserir essas pessoas no universo financeiro. Ainda segundo pesquisas, somente 12% dos jovens pelo Brasil seguem sem uma conta bancária.
Enquanto isso, 45% de cidadãos da América Latina continuam sem ter contato com alguma instituição financeira – seja do tipo digital ou tradicional. Ademais, estudos apontam também que mais de 60% dos jovens pelo Brasil de classe econômica mais baixa utilizam um banco digital como sua instituição financeira determinante. Enquanto isso, 62% nas classes mais altas tem preferência por um grande banco.
Existem alguns motivos para todo esse espaço que as fintechs ganharam no país – o baixíssimo custo é uma dessas razões, se não a principal delas. Afinal, como já dissemos por aqui, os bancos digitais são famosos por oferecer serviços excelentes e com baixo ou nenhum custo para seus usuários. Por exemplo, contas correntes e cartões de crédito sem taxas e tarifas de manutenção e/ou anuidade são bem atrativos e, assim, perfeitos para catar clientes.
Outros motivos…
Seguindo a nossa linha de raciocínio, o custo não é a única motivação para a aceitação e preferência da geração Z por uma instituição digital. Na verdade, a facilidade e agilidade no processo de abertura de conta e solicitação de cartão, comodidade na hora de utilizar os serviços e o fato de resolver tudo pelo celular com apenas alguns cliques na tela são outros fatores muito atrativos.
Inclusive, na visão dos jovens, estes motivos vieram antes da ausência de tarifas e taxas para a escolha das fintechs como principal canal financeiro.
Gostou do nosso artigo? Aproveita e compartilha o artigo em suas redes sociais, com os seus amigos e ainda com todos os seus familiares. Mas não esqueça de retornar ao blog e aproveitar outros conteúdos. Nosso Blog existe para te informar e ajudar você a mudar sua vida financeira.




