A popularização dos NFTs através do Instagram e Facebook

Facebook e Instagram, redes sociais da Meta, podem ter ferramenta para a criação, exibição e venda de NFTs. Acompanhe nosso artigo até o final e saiba sobre a popularização dos NFTs!

Fonte: Google

A empresa de Mark Zuckerberg, Meta (ou, para os mais antigos, ex-Facebook) possui alguns planos para os próximos anos. Um deles, inclusive, é permitir aos usuários das redes sociais a criação, exibição e comercialização de tokens não fungíveis – os famosos NFTs – no Instagram e no Facebook. Isso, certamente, irá aumentar o nível de popularização dos NFTs.

De acordo com o jornal The Financial Times, a companhia pode adicionar essa novidade de conjunto de ferramentas a duas das principais – e mais utilizadas – redes sociais do mundo inteiro. O que irá representar apoio às artes do universo digital. Ainda em fase inicial, as equipes correm contra o tempo para avançar o desenvolvimento e trazer, em breve, uma versão de teste.

Inclusive, a primeira adição seria algo relacionado a exibição de NFTs como foto de perfil.

O que são os NFTs?

NFT é a sigla para non-fungible token, ou, em português, token não fungível, um ativo criado pela tecnologia blockchain que serve como a identidade digital de um determinado item. O NFT garante a autenticidade do projeto, que é único. Ou seja, o ativo garante uma mercadoria exclusiva que ninguém mais tem. Para entender melhor, imagine o famoso quadro de Mona Lisa. O original foi pintado por Leonardo da Vinci e agora está em Paris, no Museu do Louvre.

Você pode comprar um pôster com uma imagem de “Gioconda” ou uma reprodução quase idêntica de uma pintura a óleo, mas nenhuma dessas reproduções chegará perto do valor do original. No mundo da arte, por exemplo, os NFTs podem provar a originalidade de obras digitais – como as pinturas de macacos que Neymar e Bieber compraram – ou mesmo físicas. Nesse caso, servirá como registro digital da obra.

Ademais, o ativo também pode estar relacionado a memes, uma música, projetos de designers, cards de jogos e infinitos outros itens. Antes de continuar lendo nosso post, vale deixar claro que um NFT em si não é, de fato, um arquivo de computador, mas sim um ativo existente em uma blockchain. Endo assim, podemos assemelhar o NFT com uma criptomoeda – claro, com suas diferenças.

Mercado dos ‘non-fungible tokens’

De acordo com um relatório divulgado por uma plataforma de rastreamento de dados para aplicações com base em blockchain, site conhecido como DappRadar, o mercado de tokens não fungíveis movimentou em torno de US$25 bilhões no último ano, 2021. Isso representa um aumento significativo se compararmos com o ano anterior, 2020, que movimentou somente US$94,9 bilhões.

Para especialistas da área, o mercado de NTFs pode apresentar um crescimento ainda maior ao longo dos próximos anos; especialmente porque, de certa maneira, esse segmento surgiu há pouco tempo. Ao que tudo indica, isso é apenas o começo. Inclusive acredita-se que quem entrar nesse meio por agora vai realmente se dar muito bem; mas, claro, é preciso ir estudando os projetos.

Além do mais, o metaverso é um fator contribuinte – e extremamente relevante – para a ideia de que esse mercado vai explodir com o tempo. Afinal, é no metaverso que os itens do ambiente são negociados com NFTs. Na mesma linha, dadas as oportunidades de ganho no mercado e as comunidades entre os investidores, é possível reafirmar a expansão do mercado e comercialização de tokens não fungíveis nos próximos anos; ou seja, a popularização dos NFTs.

Apoio do Instagram pode causar a popularização dos NFTs

Fonte: Google

Em relatório divulgado, o Deutsche Bank afirma que trazer NFTs para o grande público de uma das redes sociais mais conhecidas do mundo, o Instagram, tem a grande capacidade de carregar ativo para o mainstream. No início de março, Mark Zuckerberg, CEO da Meta, disse que a companhia estava operando para trazer tokens não fungíveis para o Instagram no curto prazo. Ainda, o banco alemão ressalta que o movimento de Mark irá facilitar o processo de comercialização de NFTs; assim, diminuindo as barreiras à entrada.

Além do mais, o forte reconhecimento mundial da marca de rede social se prestará a legitimar NFTs – isso poderá servir para reduzir a hesitação de compra no público da companhia. Para o Deutsche Bank, a oportunidade de mercado para NFTs é gigante, com o mercado total endereçável (TAM, na sigla americana) avaliado em mais de US$1 trilhão – liderado por segmentos como colecionáveis, arte ​​e jogos de azar.

Popularização dos NFTs pode ser estratégica para a Meta

Além do que você já viu por aqui, também está nos planos o lançamento de um protótipo que possibilite o desenvolvimento de novos tokens próprios. Outra ideia seria expandir o marketplace atual, pensado para serviços e produtos, para englobar a compra e venda de artes virtuais. Mas, calma! Ainda é cedo para saber mais informações sobre isso; contudo, não é a primeira vez que a Meta demonstra interesse nos NFTs.

Inclusive, Adam Mosseri, chefe do Instagram, disse há alguns meses que a companhia planeja utilizar ativamente os tokens de maneira um pouco mais acessível a um público maior. Por outro lado, Zuckerberg pretende utilizar os tokens como meio de assegurar a propriedade de bens digitais em seu metaverso. Caso se concretize, isso seria um grande passo para à popularização dos NFTs e sua consolidação no meio digital.

Além da iniciativa do Twitter, o Reddit e o Discord atuam em alternativas para usar as artes virtuais de maneira criativa. Para a Meta, consolidar o conceito de propriedade é crucial para explorar os seus universos digitais interconectados – que devem ligar trabalho, diversão e vida online através de dispositivos de RV. Os NFTs ajudariam a empresa a ganhar com a venda de itens que acompanham o metaverso.

Vale a pena ter um NFT?

O seu questionamento é se vale a pena adquirir NFTs? Bom, a resposta é: depende. Assim como qualquer ativo do mercado financeiro, os tokens não fungíveis não são para qualquer pessoa; isso é óbvio. Antes de começar a investir nessa categoria, é necessário que o investidor entenda o que deseja e mapeie todos os seus objetivos.

A dica é clara: nunca invista naquilo que você não possui conhecimento; pois existem grandes chances de fazer alguma coisa errada. Estude antes de fazer qualquer investimento que você não tem conhecimento!

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Redator especializado em finanças, focado em transformar temas complexos em conteúdos claros, práticos e acessíveis. Produz artigos sobre investimentos, economia, renda extra e educação financeira, sempre com linguagem objetiva e orientada para resultados.