Seguro de vida: até quando vale a pena manter o seu?

Vem comigo para entender porque é importante manter o seu seguro de vida e permanecer com este custo no orçamento. Saiba tudo agora!

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Você tem um seguro de vida? Vale a pena manter o serviço? Muitas pessoas pensam, primeiramente, em seus dependentes na hora de contratar um seguro; mas, não é bem por aí. Por exemplo, se você já tem um seguro, mas é solteiro e não tem dependentes, está com as contas apertadas e pensando em se livrar desse serviço para diminuir os gastos mensais, saiba que não é uma boa ideia.

Em situações de maiores incertezas quanto ao futuro, muitas pessoas chegam a considerar a ideia de contratar um seguro de vida. Durante o período de Covid-19, houve um aumento considerável na busca por serviços dessa categoria. Embora o assunto tenha ganhado mais atenção há pouco tempo, algumas pessoas ainda tem dúvidas se o serviço, de fato, vale a pena.

É importante contratar um seguro de vida?

Sem muita enrolação, o seguro de vida é um contrato onde a seguradora firma o compromisso de pagar um valor – chamado de apólice do seguro, é como um reembolso do seguro de vida – aos beneficiários do segurado. Esse ‘reembolso’ acontece em algumas hipóteses; como, por exemplo, o falecimento do cidadão, seja por morte natural ou acidental. Mas, lembre-se que esse é só um exemplo, existem vários tipos de cobertura.

Ah! Quem decide os beneficiários do seguro é aquela pessoa que está contratando o serviço. Ainda, como já dissemos por aqui, existem outras hipóteses onde o benefício é pago: a. morte acidental; b. morte natural; c. assistência funeral; d. internação hospitalar; e. doenças graves e muito mais. Claro, também existem opções mais completas no mercado.

Estas opções cobrem, até mesmo, quitação de dívidas e de despesas educacionais. Interessante, não é? Então, de forma simples, o seguro de vida é uma maneira de garantir que os dependentes do contratante, caso algo de pior aconteça, não fiquem desamparados, consigam realizar compras necessárias e manter o padrão até que tenham condições de organizar as coisas.

Quando vale a pena manter o seu?

Por muitos anos, o seguro de vida era tido como uma proteção para a família em situações de morte do segurado. No entanto, hoje em dia o mercado de seguros conta com as mais variadas coberturas que poderão ser usufruídas ao longo da sua vida – tem seguros para pet, para automóveis, para imóveis, seguros odontológicos e por aí vai.

Além disso, você tem a liberdade de escolher entre diversos planos até achar aquele que se encaixa no seu perfil – e claro, no seu bolso. Caso sua escolha seja manter o seguro, é extremamente importante que você saiba que vários benefícios e vantagens são oferecidas; mesmo quando se é solteiro. Por exemplo, as coberturas podem incluir: a. invalidez (parcial, total ou temporária); b. diagnóstico de doenças graves (Alzheimer, câncer esclerose, etc); c. despesas hospitalares; d. indenização; e muito mais.

Inclusive, existem os seguros resgatáveis; que não são uma modalidade de investimento, mas sim uma alternativa dentro da gestão de riscos. E existem também os seguros premiáveis, ou seja, aqueles seguros que contemplam alguns segurados via sorteio de acordo com o regulamento estabelecido – como se fosse uma loteria mesmo.

Vantagens para o seu bolso

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Dentre várias vantagens financeiras, contratar um seguro de vida quando se é mais novo e continuar com ele ao longo da vida é que você pode assegurar um preço consideravelmente menor; ao contrário de outras pessoas que tomam a decisão de contratar um seguro quando estão mais velhos. Então, sim, caro leitor, pode ser interessante manter o seguro de vida em muitas situações; além de apresentar mais economia para as pessoas solteiras.

Por exemplo, alguém que descobre uma doença grave, como a esclerose, pode ter despesas e gastos muito altas com o tratamento. Então, caso você não possua uma reserva para custear esses gastos ou um bom plano de saúde, o tratamento certamente irá impactar o seu orçamento. Mesmo que sua opção seja o tratamento via SUS, podem existir despesas que o governo não custeia; assim, exigindo que desembolse quantias que não estavam previstas.

Por que cancelar o seu seguro de vida?

Depois de tudo isso que você leu, ainda pensa em cancelar o seu seguro? Se a resposta for sim, eu sugiro, antes de qualquer coisa, que você leia a apólice com cuidado e veja quais coberturas são oferecidas e quais, realmente, você avalia que podem ou não ser interessante e necessárias. Outra coisa a se fazer é diminuir algumas coberturas do seu seguro de vida atual. Dependendo, é possível que você consiga reduzir o preço.

Assim, você paga menos e consegue ajustar o serviço ao seu orçamento. Resumindo, planejar é o melhor caminho sempre. Entre em contato com o seu consultor de seguros, ele irá sanar todas as suas dúvidas. Ah! Não tenha vergonha de perguntar, pois caso você precise utilizar alguma das coberturas, é interessante saber todo e qualquer detalhe. Depois disso, você pode analisar cada uma de suas coberturas; só assim você conseguirá decidir se vale a pena ou não continuar com o seguro.

Se as contas estão apertadas, vale revisar todo o seu planejamento financeiro e avaliar se todos os seus gastos atuais são, de fato, necessários – isso inclui principalmente os gastos fixos também. Com esse check-up, você pode esclarecer quais gastos fazem sentido e quais podem ser otimizados ou até excluídos de vez. Fazer esse processo constantemente é essencial e, com certeza, pode te ajudar a manter (ou restabelecer) a saúde financeira.

Todos devem fazer um seguro?

Segundo especialistas no assunto, o seguro de vida é uma excelente opção de proteção para todas as pessoas. Além disso, esse serviço também pode ser uma boa ideia para os mais jovens, caso estes tenham algum dependente financeiro – seja pai e/ou mãe, filhos, ou avó, por exemplo.

Mas, mesmo que não tenha nenhum dependente, no geral, os seguros em com uma proteção para incapacidade ou doenças graves; afinal, ninguém está longe desses riscos, não é? Então, analise suas condições e verifique uma boa cobertura para você.

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Redator especializado em finanças, focado em transformar temas complexos em conteúdos claros, práticos e acessíveis. Produz artigos sobre investimentos, economia, renda extra e educação financeira, sempre com linguagem objetiva e orientada para resultados.