Autoestima: o que é e qual sua importância?

Quem tem a autoestima lá em cima, enxerga o mundo banhado em cor, oportunidades e alegria. Mas, da mesma forma, quando esta está lá embaixo, o mundo é frio e sem cor. Saiba mais aqui.

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Fonte: Google

Autoestima é o valor que um indivíduo confere a si mesmo se baseando em suas emoções, experiências pessoais, seus comportamentos, emoções, crenças e autoimagem que acredita ser importante – estes podem ser pontos positivos ou negativos. De forma simples e resumida, autoestima é a imagem que cada pessoa tem de si mesma e, por esse motivo, pode afetar o bem estar.

Dito isso, questões ligadas às emoções, valores e crenças tem influência também no comportamento dos colaboradores, no ambiente de trabalho, por exemplo. Elas são o norte para suas decisões e ações, além de compor sua personalidade e impactar sua qualidade de vida. Quer saber mais sobre esse assunto? Não tire os olhos da tela.

O que é autoestima?

Ainda não se chegou a um consenso da definição exata de autoestima, mas, podemos nos referir como sendo o valor que uma pessoa dá a si mesma. Dessa forma, essa pessoa se encarrega de acreditar ter mais ou menos valor em função de certas particularidades – sejam elas emocionais, físicas, profissionais ou outras.

Inclusive, acredito que muitas pessoas não saibam, mas essa é uma necessidade do ser humano. Em seus estudos, Freud determinou que esse sentimento está relacionado ao desenvolvimento do ego. Sendo assim, o indivíduo é aquilo que ele crê ser com base em seus próprios pensamentos e julgamentos. Essa é uma pauta muito complexa, não é mesmo?

Afinal, a imagem que o indivíduo desenvolve tem como base os aspectos que ele acredita ser importantes. Dessa maneira, uma pessoa pode acreditar que, devido a sua aparência, é inferior a outra; ou, então, porque se julga menos inteligente, por ter uma condição financeira modesta, por ocupar uma posição na empresa que trabalha onde não recebe muito prestígio e assim por diante.

Pilares importantes

Como você já leu por aqui, a imagem que um indivíduo tem de si próprio é resultado de diversos aspectos e particularidades vivenciados por ele. Alguns deles são, como você já sabe, suas crenças, sua própria maneira de se comportar e a forma como os demais o enxergam. Por esse motivo, existem alguns pilares que auxiliam no sustento da autoestima. Sendo assim, esses devem ser bem trabalhados para assegurá-la.

  • Autoaceitação

Este pilar da autoestima é a ‘espinha dorsal’ da aceitação de uma pessoa de quem ela é. Trata-se de ter uma atitude mais positiva sobre si mesmo, ser mais paciente consigo mesmo, conhecer a si mesmo e descobrir suas qualidades de realização. É também chegar a um acordo consigo, respeitando seus sentimentos, suas emoções, seus pensamentos e sua imagem. Então também é baseado no aspecto físico, porque as pessoas precisam se sentir realizadas em seus corpos.

  • Autoconfiança

Para ter autoestima, é preciso também acreditar nas próprias habilidades, no próprio potencial. Você deve ter uma atitude positiva sobre suas habilidades e desempenho. O importante é confiar no seu próprio conhecimento de que você pode e pode fazer isso ou aquilo. Que tem capacidade de fazer bem, tomar boas decisões e superar desafios e dificuldades.

Salto, maquiagem e bolsas


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Você, mulher, já parou para analisar se utiliza bolsas, maquiagem e sapatos como algum tipo de remédio na sua vida? Talvez esses acessórios precisem deixar de executar este papel, e voltar a ser aquilo que eles realmente são: apenas acessórios. Pois, infelizmente, enquanto são tratados como remédio, não tem o poder de curar nada. Podemos dizer que são apenas analgésicos com pouco tempo de duração e graves efeitos de dependência e alienação.

Busque na sua memória quantas vezes você acordou sem se sentir muito firme por dentro e, rapidamente, tratou de consertar a imagem por fora. Provavelmente, em situações como essas, você recorreu a uma maquiagem mais elaborada, a um par de saltos maravilhoso ou àquela bolsa linda. Você tem todo o direito de, nesses dias, andar mais confortável e vivenciar aquilo que, de fato, você está sentindo.

Calçar uma sapatilha ou uma rasteirinha não vai te deixar menos elegante ou empoderada. Você pode, e deve, cultivar e exercitar a elegância do equilíbrio. Sua autoestima deve estar relacionada com o cuidado com seu corpo. Claro, você precisa admirar a imagem que vê no espelho, mas precisa se atentar a finalidade e não ao uso. Maquiagem e salto, por si só, nunca elevaram a autoestima verdadeira.

Mais aspectos importantes da autoestima

  • Competência social

Este pilar trata da forma como uma pessoa se relaciona com os outros. A competência social refere-se à capacidade do indivíduo de fazer novas conexões, entender como lidar com as pessoas e responder às mais diversas situações, inclusive desafiadoras, de forma consistente por meio de ações e reações flexíveis. A autoestima depende de saber como manter os outros distantes ou próximos. Entenda também como o próprio comportamento repercute no meio social em que o indivíduo vive.

  • Conexões sociais

Poderíamos chamar esse pilar de rede social. Consiste em relacionamentos positivos que uma pessoa cultiva. A autoestima depende de ter relacionamentos satisfatórios com a família, cônjuge, parceiro ou amigos. Também envolve a possibilidade de desfrutar de sua companhia e poder contar com eles se necessário, além de estar em contato com essas pessoas e perceber sua própria importância para elas.

Efeito Cinderela

Andar sempre impecável e em cima de um salto nunca solucionou a frustração de não se sentir bem na própria pele – é tipo maquiagem, que pode sair com água. Infelizmente, o efeito Cinderela não permanece com o passar do tempo.

Logo chega meia-noite, a carruagem se transforma em abóbora e, mais uma vez, nossa bagunça interna aparece. Você não precisa deixar de se arrumar, mas precisa se observar com honestidade e entender o que está sentindo.

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Redator especializado em finanças, focado em transformar temas complexos em conteúdos claros, práticos e acessíveis. Produz artigos sobre investimentos, economia, renda extra e educação financeira, sempre com linguagem objetiva e orientada para resultados.