Recentemente, o Carrefour Brasil anunciou quais são as projeções de vendas para a unidade de negócios de atacarejo do grupo, o Atacadão. As estimativas são altas, então podemos esperar coisas boas vindas do Carrefour e Atacadão. Saiba mais aqui!

Você sabia da ligação entre o Grupo Carrefour e Atacadão? O segundo nome nada mais é do que o setor de negócios de atacarejo do Carrefour Brasil. Inclusive, há pouco tempo foram divulgadas as projeções de vendas da marca Atacadão; e vamos combinar que as expectativas estão altas e os pensamentos super otimistas. Mas não é para menos, as empresas vêm apresentando números e um crescimento muito interessante.
Afinal, a confiança do Carrefour Brasil cresceu desde o mês de junho, quando o grupo finalizou a conversão dos postos de combustíveis e das lojas Makro, que foram adquiridas em fevereiro do último ano. A previsão é que a transformação durasse 12 a 15 meses, no máximo; mas acontece que em apenas seis meses o processo foi concluído e os resultados estão sendo excelentes. Então, nada mais justo que o otimismo dos líderes do Carrefour e Atacadão. Continue acompanhando para entender melhor o assunto!
Carrefour e Atacadão; projeção de vendas para os próximos anos
Na última sexta-feira do mês de setembro, dia 24, o Carrefour Brasil (CRFB3) divulgou as projeções de vendas para seu negócio de atacarejo. Conforme fato relevante, a empresa prevê que as vendas brutas consigam alcançar o nível de R$60 bilhões com o encerramento do exercício social no dia 31 de dezembro de 2021. Mas calma, ainda podemos esperar mais do Grupo Carrefour e Atacadão.
Já para o ano de 2024, a projeção é que as vendas brutas do grupo cheguem aos R$100 bilhões. Neste montante está incluso a lucratividade da Maxxi, a divisão de atacarejo do Grupo BIG Brasil, em 2020. Assim, podemos ressaltar que a compra desta unidade depende da aprovação da autoridade concorrencial do Brasil. Podemos basear estes números na taxa média de crescimento anual composta histórica da loja, dentro do período de 2017 a 2020, de 15% ao ano.
A empresa também enfatizou que tais previsões e metas financeiras expressam apenas projeções baseadas nas expectativas da gerência. Ainda, a companhia ressalta que os números, normalmente, dependem das condições do mercado financeiro, da situação econômica do país e do segmento que a empresa atua. Portanto, estão totalmente sujeitos a alterações.
Crescimento do Atacadão
No período de três anos, de 2018 a 2020, o Atacadão construiu e lançou 20 novas unidades em cada ano. Já desde o começo deste ano, 28 novas lojas foram inauguradas, além de 1 atacado de entrega; não vamos esquecer da reabertura das lojas adquiridas e expansão orgânica. Após a conclusão da operação, o Carrefour Brasil desembolsou quase R$2 bilhões, mais precisamente um total de R$ 1.957.996.971,51.
O presidente do Grupo Carrefour Brasil, Noël Prioux, demonstra a satisfação em ter concluído o processo de transformação das lojas Makro, principalmente pelo fato de a operação ter sido concluída antes do cronograma previsto pela empresa. Além disso, com a rápida conversão das lojas Makro, a expectativa é que a entrega dos resultados prometidos aconteça antes do prazo, reforçando a capacidade do Grupo Carrefour Brasil em implementar aquisições com sucesso e atingir as metas definidas.
Hoje em dia, o Atacadão conta com mais de 230 lojas e 30 atacados de entrega operando por aí. Ou seja, um total de mais de 260 pontos ativos. Sem contar com o plano robusto de ampliação do grupo. A expectativa é que mais 16 unidades do Atacadão e 3 atacados de entrega sejam abertos ainda neste ano; assim, alcançando a marca de quase 250 unidades e quase 35 atacados de entrega ativos ao fim de 2021.
Novo CEO do Atacadão

No início do mês de agosto, o Carrefour divulgou que Marco Aparecido de Oliveira teria sido eleito pelo conselho de administração da empresa como novo CEO do grupo Atacadão, substituindo o executivo Roberto Müssnich. Juntos Müssnich e Oliveira lideraram o maior comércio atacadista de alimentos do Brasil, trazendo grandes números para o Grupo Carrefour Brasil. Ou seja, durante os últimos anos, com a parceria dos executivos, a empresa entrou em um ritmo de expansão muito grande.
Marco Oliveira faz parte do grupo Carrefour e Atacadão desde os anos 90; inclusive, o mesmo foi quem liderou todo o processo das lojas Makro, quando as mesmas se transformaram em Atacadão. Por outro lado, Roberto Müssnich permanecerá no Carrefour até o fim deste ano e fará parte do setor de “reflexões estratégicas até junho de 2024”. Então, realmente podemos esperar resultados significativos para os próximos anos com a liderança de Oliveira.
Carrefour e Atacadão, e sua estratégia para atrair mais vendas
Para manter o ritmo de crescimento que o Carrefour e Atacadão vem apresentando, Marco está apostando em duas frentes: potencializar a rentabilidade e a lucratividade dos pontos de venda e, ainda, ganhar tração com o setor do e-commerce. A estratégia envolve a melhoria do fluxo de compra. Por exemplo, normalmente, se as lojas Atacadão contavam com 5 ou 6 mil metros quadrados, a ideia é abrir unidades menores, com 4 mil metros quadrados. Além do aumento de caixas, de 24 para 28.
Essa estratégia melhora o fluxo de pagamento e, gerando, automaticamente, mais conversão de vendas. Na verdade, é meio que uma estratégia de fast-foods; quanto mais rápidos os atendimentos, maior será a capacidade de realizar mais vendas. O CEO do grupo afirma que mesmo as lojas sendo menores, a cada metro quadrado temos uma venda bastante produtiva.
Além de estratégia, a redução do tamanho das lojas também se dá por necessidade. Oliveira afirma ainda que para abrir uma unidade nos formatos antigos, a companhia necessita de um espaço de, no mínimo, 25 mil metros quadrados; mas, nos dias de hoje, encontrar um espaço desse é uma raridade, especialmente nas grandes capitais, como São Paulo. Além da dificuldade em encontrar tamanho suficiente, não podemos esquecer do alto custo que esse terreno terá.
E-commerce
Diferentemente da rede Assaí, sua principal rival, que não tem pretensão de abrir seu próprio site de vendas, o Atacadão enxerga o comércio eletrônico como um setor estratégico e não poupará esforços para invadir esse espaço. Através de parcerias com alguns apps de delivery, como Cornershop e Rappi, o grupo já implantou o serviço de entrega em cassa em mais de 100 unidades pelo Brasil. A ideia é manter uma estrutura robusta e com um custo baixo, tanto para os clientes quanto para a empresa.
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