Nos últimos meses as empresas tem planejado como será o retorno presencial ao ambiente de trabalho e o que precisará ser formatado após muito tempo de home office. Parece que o setor de RH das empresas precisará superar alguns desafios com o retorno do trabalho presencial!

Durante os dois últimos anos, os relacionamentos profissionais entre funcionários e empresas passaram por algumas transformações – bastante intensas. Sendo assim, a pandemia do Coronavírus foi uma faísca inesperada para que o mundo corporativo se adequasse a novas situações e possibilidades de jornadas. Com um novo ano que se iniciou há pouco, é preciso estrar preparado para os desafios do RH com a volta do trabalho presencial. Afinal, o mercado não pode parar.
Nas organizações, com a Covid-19, a prioridade tem sido assegurar a integridade e a saúde física e mental dos funcionários; sem esquecer de proteger a própria sustentabilidade das empresas. Diante disso, a área de RH tomou para si um papel protagonista durante a crise. Então, é inevitável dizer que o setor tem sido protagonista das iniciativas e táticas das empresas. Quer saber o que está por vir e como lidar com isso? Acompanhe nosso artigo!
Os desafios do setor de RH para 2022
Em relação à questão profissional, os últimos anos, 2020 e 2021, obrigaram as empresas a realizarem investimentos em novos modelos de jornadas. Diante dos acontecimentos da época, houve uma aceleração da cultura do home office – que, de qualquer modo, aconteceria; só não esperávamos que fosse tão cedo. Além do mais, o Governo Federal decretou diversas medidas para que os empregadores não sofressem tanto os impactos causados pelo vírus.
Pois bem, mas com esse novo ano ‘chegando a galope’, o que irá acontecer? Será que a população irá reviver o último biênio? É comum acreditar que o setor de RH terá alguns desafios pela frente; por exemplo, como irá funcionar a retomada do trabalho presencial após tanto tempo de isolamento? Esse é o primeiro desafio: estabelecer um modelo d trabalho que esteja alinhado aos protocolos de segurança sanitária pública.
A implementação de ferramentas tecnológicas também pode ser essencial. Ao contrário do assunto acima, essa funcionalidade evita grandes desafios para o setor. Por exemplo, o controle de ponto digital é crucial para que o RH consiga superar os possíveis desafios – independente do método de trabalho escolhido pela empresa: trabalho à distância, híbrido ou presencial.
A retomada do trabalho presencial: a melhor solução encontrada pelas empresas

Nem todas as ocupações profissionais tem perfil para atuar na modalidade home-office ou jornada híbrida de trabalho. Sendo assim, até mesmo para que a estatística do desemprego não fique descontrolada, de fato a modalidade ideal realmente é o trabalho presencial. Mas, como você já viu por aqui, caso essa seja a alternativa escolhida por uma empresa, o setor de RH terá grandes desafios em 2022.
Para começar, o trabalho à distância – independente do seu grau de adesão – deixa o profissional bem ‘mal acostumado’. Afinal, o tempo que seria gasto em deslocamento para o escritório, por exemplo, pode se transformar em alguns minutinhos a mais de sono, exercícios físicos ou lazer. Dito isso, o RH precisa trabalhar em estratégias para manter os funcionários felizes e motivados com o regresso integral das tarefas na empresa.
Sem contar que será crucial a atuação do RH com campanhas de conscientização sobre a vacina e os devidos protocolos e medidas de segurança contra o Coronavírus. Afinal, com um número maior de pessoas circulando, os riscos de contaminação aumentam. Logo, o ideal é que a empresa esteja preparada e conte com dispenser de álcool em gel e uso obrigatório de máscaras de proteção.
De olho no engajamento!
Por fim, o RH precisará trabalhar com afinco nas campanhas de conscientização sobre a vacina e os protocolos de segurança contra a Covid-19. Em outras palavras, muitas pessoas indo e vindo todos os dias potencializa os riscos de contaminação. Logo, é bom estar preparado para fiscalizar o dispense de álcool em gel e uso contínuo de máscaras.
Mais de 80% de empresas brasileiras ouvidas em estudos recentes afirmam que pretender fazer seus colaboradores trabalharem de maneira presencial por dois a três dias na semana. Das 70 grandes empresas entrevistadas nos meses de outubro e novembro do último ano, de setores como agro, indústria, óleo e gás e bens de consumo, 90% irão permanecer com o modelo híbrido ou remoto de trabalho de maneira permanente para todos os cargos possíveis.
Tal decisão pode dificultar um pouco a retenção de talentos, especialmente para aquelas companhias que, ainda em posições onde o trabalho remoto é possível, optarem pelo trabalho presencial e para aquelas que adotarem o modelo completamente ‘in loco’. Inclusive, outra pesquisa, de uma empresa de consultoria, realizada no fim de 2021 com 500 profissionais, mostra que 44% deles não consideraria um trabalho 100% presencial.
Tornar o trabalho presencial mais atrativo pode facilitar o cenário
Vamos direto ao ponto por aqui! Oferecer aos funcionários flexibilidade em seus benefícios e mais autonomia e liberdade no cotidiano do trabalho; por exemplo, liberdade em negociar o horário de atuação ou o envolvimento em determinados projetos, seriam maneiras de tornar o trabalho presencial um pouco mais atrativo. Além disso, assegurar a saúde mental e o bem-estar das pessoas.
Mesmo aqueles colaboradores que estão na linha de frente e obrigatoriamente necessitam ir presencialmente ao ambiente de trabalho parecem estar repensando a jornada profissional; principalmente com o desânimo e apatia da pandemia do Covid-19. Em pesquisas feitas pela Meta, dona do Facebook, 45% dos profissionais da linha de frente desejam mudar de área.
Muitos profissionais, devido a natureza do próprio trabalho ou por questões culturais, continuaram atuando, durante a pandemia, no modelo presencial. Por exemplo, os setores que não puderam parar naquele período, como a área da saúde, agronegócio, energia e industrial. Sendo assim, construir um ambiente seguro psicologicamente e que mantenha o engajamento, pode ser uma ferramenta que facilite o mercado de trabalho e o torne mais atrativo para todos.
As medidas de segurança também são necessárias!
Retorno em etapas, flexibilização de horários e cuidados com a saúde mental. Todas essas medidas de segurança são importantes e precisam ser consideradas por todas as organizações que retornarão ao trabalho presencial. Contudo, vale frisar que se faz necessário a participação de 100% da equipe.
Caso contrário, a prevenção não terá efeito, pois a irresponsabilidade de um colaborador pode colocar em risco a segurança e o trabalho de todos. Dica extra: a promoção de ações, webinars e palestras pode ser interessante para conscientizar e aumentar o nível de engajamento da equipe. Aprendeu como lidar com este novo momento do mercado de trabalho?
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