Dinheiro compra felicidade? O que é preciso para ser feliz?

Já ouviu aquele ditado que diz que dinheiro não compra felicidade? Será mesmo? Não é bem assim, se bem utilizado, o dinheiro compra felicidade. Vem comigo para saber mais!

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Aquele ditado famoso que diz que dinheiro não compra felicidade não é totalmente verdadeiro. O dinheiro compra felicidade em alguns casos e em outros não… Por exemplo, se usado da melhor forma, o dinheiro traz liberdade. A liberdade de ver seus filhos crescerem de perto, a liberdade de ir atrás dos seus sonhos mais malucos, a liberdade de fazer o que quiser, quando quiser e quantas vezes quiser – e muito mais.

Imagine só: alguns desses exemplos que citamos são capazes de te fazer mais feliz? Eu tenho certeza que a resposta é positiva. Mas, tenho ainda mais certeza que eles certamente não seriam responsáveis por sua infelicidade. Sendo assim, o dinheiro compra felicidade se soubermos usá-lo da forma certa. Ficou curioso para saber mais sobre esse assunto e quer saber mais detalhes? Não tire os olhos da tela e acompanhe nosso artigo até o final.

Mas afinal, dinheiro compra felicidade?

Não existe qualquer dúvida de que muitos milionários ou pessoas muito bem sucedidas e remuneradas são infelizes. Mas o que isso tem a ver com o fato de possuírem muita grana? Nada, definitivamente. Essa infelicidade está relacionada com a liberdade, na verdade, a falta dela. O dinheiro domina essas pessoas, e não o contrário, como deveria ser.

Uma pessoa que recebe bem e é viciada em trabalho que não tem tempo para cuidar da saúde, ou sempre está fora de casa sem tempo para fortalecer o relacionamento com sua família, esposa ou marido e filhos provavelmente não é tão feliz quanto uma pessoa que não recebe tanto que gasta metade no trabalho e o restante com sua família.

Sendo assim, na realidade, a questão da infelicidade não é o dinheiro, mas a falta de saúde, bons relacionamentos e, acima de tudo, liberdade – esses são os três elementos que formam a verdadeira riqueza. A liberdade compõe a riqueza e também a felicidade. Os que vivem livres são mais felizes, os que possuem verdadeiros laços com os que amam são mais felizes, assim como aqueles que possuem boa saúde. Por fim, sim, o dinheiro compra felicidade, basta saber usá-lo.

Vai depender da forma de uso da grana

Muitas pessoas se questionam se, de fato, os mais ricos são mais felizes. Porém, funciona da seguinte maneira: se utilizado de forma errada, realmente, o dinheiro não compra felicidade – só traz ainda mais problemas e prejuízos, na verdade. Isso porque ao invés de ver a grana como uma forma de comprar liberdade, as pessoas a utilizam para se manterem presas.

E como elas se mantém presas? Simples, financiando casa, carro e outros bens, comprando absolutamente tudo no crédito, mantendo bens materiais com alto custo de manutenção. Quanto mais compromissos financeiros assumimos, mais preso ficaremos a uma fonte de renda para conseguir honrarmos com todos eles. Então, sim, dinheiro compra felicidade; afinal, riqueza e felicidade estão conectadas.

Porém, apenas se a sua definição de riqueza não estiver corrompida pela sociedade e pela psicologia de um dos maiores venenos da atualidade: o consumismo. Mais uma vez, se usado da forma certa, o dinheiro pode comprar liberdade, que, por sua vez, é um dos três pilares que fazem parte da riqueza. Com liberdade é possível colocar dedicação em tudo aquilo que realmente é importante.

O problema está no normal.


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O grande problema, na verdade, está naquilo que a sociedade define que é o ‘normal’ para você. Normal é acordar todos os dias às seis da manhã, suportar longos engarrafamentos e trabalhar durante oito horas por dia, de segunda à sexta – ou, em alguns casos, todos os dias. Normal é fazer todas as compras no crédito e parcelar em todas as vezes possíveis. Normal é acreditar, e esperar, que alguma fórmula mágica te faça rico em algum momento da sua vida.

Você está, de certa maneira, condicionado a aceitar o ‘normal’ com base na definição de riqueza da sociedade que, por sua vez, está totalmente errada. A riqueza não deve, jamais, e de forma alguma, ser definida por aquilo que você possui. No entanto, a sociedade usa essa definição para incentivar o consumismo como o único modo de alcançar a felicidade plena. Então, saber se o dinheiro compra felicidade vai depender de cada um.

Consumismo é o grande empecilho para a felicidade

Podemos dizer que o consumismo condena as pessoas a um estilo de vida na ‘prisão’. E quanto mais elas compram coisas que não cabem no bolso, maior será a ‘sentença’. A explicação para essa teoria parte de que o consumismo está atrelado à gratificação e ao prazer instantâneo e imediato. Isso não vale somente para sua saúde financeira, também vale para a saúde física.

Qual sua opinião sobre comer chocolate, ou qualquer sobremesa com muito açúcar, a qualquer hora? Ou comer um super combo do seu fast-food preferido com sanduíche, refrigerante e batatas fritas, e de sobremesa um milk-shake? Infelizmente, esse prazer imediato e a curto prazo normalmente é um negócio terrível para sua saúde. E os resultados chegam a longo prazo.

Com as finanças é a mesma coisa. A busca incessante por gratificação momentânea só tem um destino: o endividamento. Para alcançar a riqueza é necessário ter disciplina, persistência, sacrifício, comprometimento e, claro, gratificação postergada. Além do mais, esse processo exige mudança no estilo de vida. É preciso parar de pensar no curto prazo e começar a focar no longo prazo.

Tire o máximo de felicidade daquilo que você já tem

É sempre bom melhorar e buscar subir alguns degraus na vida, não é mesmo? No entanto, pode ser ainda mais importante tentar extrair o máximo de felicidade possível do dinheiro que já recebe. Dessa forma, você pode ficar menos obcecado em sempre ganhar mais e mais. Afinal, de nada vale ter milhões na conta e não ter nenhuma experiência ou memórias com aquelas pessoas que você ama. Compre mais experiências do que objetos. Pense nisso.

Espero que tenha gostado do nosso post de hoje! Que tal compartilhar com seus amigos, familiares e colegas das redes sociais? Pode ser útil para alguém. Depois retorne ao nosso blog para aproveitar outros conteúdos. Nosso intuito é te informar e auxiliar com as finanças para que você fique livre de prejuízos.

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Redator especializado em finanças, focado em transformar temas complexos em conteúdos claros, práticos e acessíveis. Produz artigos sobre investimentos, economia, renda extra e educação financeira, sempre com linguagem objetiva e orientada para resultados.