Como está a economia do Brasil nesse cenário de pós-eleição e muito mais? Saiba todos os detalhes aqui.

Acompanhar como está a economia do Brasil nos dias de hoje e as previsões de indicadores da economia nesse período pós-eleição pode ser extremamente útil – tanto para sua vida pessoal quanto para sua vida profissional a médio e longo prazo, se você for empreendedor, por exemplo. Mais do que isso, possibilita também que você se antecipe e consiga ver oportunidades antes do restante.
Inclusive, alguns desses indicadores impactarão, com certeza, no planejamento empresarial dos empreendedores. Como? Em tudo, na verdade. Seja em custos de fabricação, importações ou fretes de mercadorias. Pensando em tudo isso, trouxemos perspectivas e informações muito importantes sobre a situação econômica do nosso país. Quer saber mais sobre isso? Não tire os olhos da tela e continue acompanhando nosso artigo!
O que é e como a economia funciona?
Você já parou pra pensar que a economia está mais presente na sua vida do que você pode perceber? Se você precisa economizar luz, ir até a padaria, comprar leite, trocar de carro ou comprar um apartamento, já está movimentando a economia. Então, fica claro que a economia está em praticamente todos os aspectos da nossa vida. Em todos os afazeres, produtos e serviços.
Sejam eles fornecidos por pessoas físicas, pessoas jurídicas ou até mesmo o governo, por meio da arrecadação de impostos e prestação de serviços essenciais à população, por exemplo. Mas, afinal, como funciona a economia brasileira? O dinheiro e o crédito são indivíduos muito importantes nesse assunto. Inclusive, o Banco Central é responsável por imprimir dinheiro e manter as taxas de juros sob controle.
Essas duas funções influenciam diretamente na quantia de dinheiro e na oferta de crédito na economia do Brasil. Temos também a taxa Selic, que é a taxa básica de juros da economia. Não podemos esquecer também da inflação, relacionada a oferta e demanda de produtos; esta é medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – IPCA. Todo esse conjunto forma a economia do Brasil.
Atividade econômica, crescimento e desaceleração do PIB
Está chegando ao fim o temido ano de 2022, que trouxe muitas surpresas e fatos inesperados para a economia do Brasil. O termo ‘temido’ é pelas eleições presidenciais que marcaram o ano de 2022. E, conhecendo um pouco da história do país e dos últimos embates na política, era esperado muita volatilidade e uma disputa acirrada que, de uma forma ou outra, afeta os macroindicadores.
Para entender melhor como está a situação econômica do Brasil atualmente, precisamos voltar alguns anos. O primeiro semestre, por exemplo, foi marcado pela forte valorização do real e um interessante movimento de retomada, principalmente sustentado pela injeção de recursos por parte do governo. Além disso, o PIB do Brasil respondeu positivamente aos estímulos da economia e à suspensão das medidas de distanciamento da Covid-19.
Outrossim, vimos também um crescimento acima do que era esperado nos dois primeiros trimestres do ano. Ou seja, o resultado do primeiro semestre de 2022 foi bom o suficiente para que nossa economia crescesse. Mesmo que, no último semestre do ano, a atividade econômica se estacione. Com a Selic em 13,75% e com a desaceleração econômica do mundo, a expectativa é de forte desaceleração do produto interno bruto nacional.
2023 será tão ruim quanto 2009 para a Economia do Brasil

A economia mundial estará tão fraca no próximo ano quanto estava em 2009 após a crise financeira, já que o conflito na Ucrânia ameaça se tornar uma “eterna guerra”, afirmou o IIF. A expectativa dos economistas é que o crescimento global desacelere para 1,2% no próximo ano. Ademais, a gravidade do próximo recuo do PIB global dependerá em grande parte da trajetória da guerra na Ucrânia, disseram analistas.
Essa luta deve continuar até 2024, já é um conflito de “vida ou morte” para Putin. Segundo o IIF, a desaceleração será liderada pela Europa, que foi a mais atingida pela guerra. A economia da zona do euro deve encolher 2% após uma queda acentuada na confiança de consumidores e empresas. Nos EUA, o IIF previu um 1% de crescimento do PIB, enquanto a América Latina com crescimento de 1,2% é o destaque positivo. O maior impulsionador da economia global no próximo ano será a China – essa é a aposta dos economistas.
Cenário da Economia do Brasil para 2023
Acredita-se que, se não houver nenhum tipo de surpresa no início do próximo ano, a economia do Brasil pode voltar a ganhar tração do segundo semestre do ano em diante. Isso se o Banco Central do Brasil começar a diminuir a taxa de juros na segunda metade do ano. Essa é a expectativa do economista-chefe do C6 Bank, Felipe Salles.
Enquanto isso, a tendência é que até lá os Estados Unidos também já tenham alcançado o auge de seu aperto monetário. Além disso, a escassez de gás pode não ser tão grave durante o verão europeu quanto durante o inverno. É um longo caminho até o segundo semestre de 2023 e muitos choques podem acontecer até lá. Mas parece razoável supor que a recuperação comece no terceiro trimestre do próximo ano.
A economista do Itaú, Natália Cotarelli, disse que mesmo que o BC comece a cortar os juros no segundo semestre de 2023, vai demorar para a atividade econômica retomar seu ritmo. Isso ocorre porque as mudanças na política monetária demoram a entrar em vigor. A previsão para 2023 é de PIB mais fraco. Não diríamos recessão, mas a economia quase pararia.
Será que vem crise por aí?
Não, caro leitor, nada disso. Não estamos esperando uma crise na economia do Brasil! Mas, sim, esperamos que aconteça uma perda de ritmo bastante perceptível e muito marcada. Isso, especialmente, entre o final deste ano (2022) até o segundo trimestre do próximo ano (2023). Contudo, teremos que aguardar as cenas dos próximos capítulos para entender em que pé ficará a situação econômica do nosso país.
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