Gerações: o que sua idade diz sobre seus hábitos de consumo?

As gerações vão passando e a forma como cada uma gasta o dinheiro também se transforma com o tempo. O conflito de gerações é um tema interessante. Saiba mais aqui.

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Fonte: Google

Desde o nosso nascimento somos expostos a diversas influências do ambiente em que vivemos. Nossas famílias, professores, ou da internet e demais formas de comunicação. Esses canais são os responsáveis pelas primeiras percepções da realidade de um ser humano. Por esse motivo, as pessoas se tornam produtos de determinada época. Sendo assim, conforme as gerações vão mudando, as formas de enxergar o mundo também mudam.

Inclusive, a idade das pessoas é um fator que faz com que os hábitos de consumo variem bastante. Tenha em mente, por exemplo, que uma mesma mensagem pode ser interpretada de diversas maneiras; vai depender da faixa etária das pessoas. Veja só: os jovens com cerca de 20 anos têm uma maneira de pensar sobre o dinheiro muito diferente de alguém na meia idade. Ah! E não há quem esteja certo ou errado, são apenas formas diferentes de pensar.

Por que é importante estudar esse assunto?

Os estudos geracionais tem o intuito de analisar, de modo sociológico e comportamental, as pessoas nascidas em determinadas épocas e períodos. Tal prática de pesquisa, embora não seja tão discutida e conhecida pelas pessoas, se iniciou após a Segunda Guerra Mundial, em meados do séc. XX. Após o período de intenso caos no mundo, ocorreu, em vários países, um fenômeno nomeado de ‘Baby Boom’.

Otimistas e aliviados depois da segunda grande guerra, essas nações do mundo ocidental perceberam um volume interessante de nascimentos, o que causou um intenso aumento da população nesses lugares. As crianças daquela época (1945 até 1960) ficaram conhecidas como ‘Baby Boomers’. Essa foi a primeira geração a ser observada, analisada e utilizada como base para os estudos geracionais.

Desde então, a partir dessa era, de 15 em 15 anos, aproximadamente, surgia uma nova nomenclatura para designar, de maneira cultural, uma nova safra de pessoas. Compreenda uma rápida linha do tempo das gerações: Baby Boomers (1945-1960); Geração X (1960-1980); Geração Y ou Millenials (1980-1995); Geração Z (1995-2010); Geração Alpha (a partir de 2010).

Cada geração possui seus próprios hábitos de consumo:

À medida que o mundo se transforma, o mesmo acontece com os hábitos e costumes das pessoas. Dito isso, se tratando de consumo, cada geração possui suas próprias preferências; estas que são moldadas por diversos fatores – isso inclui avanços da tecnologia, mídia social, recessão econômica e muito mais.

Os Millenials, por exemplo, estão muito mais preocupados com o consumo sustentável e ético. Por outro lado, os membros da Geração X são, no geral, mais conscientes sobre os preços e valores do que outras gerações; afinal, eles chegaram à idade adulta no decurso de uma recessão econômica. Enquanto isso, podemos mencionar também os Baby Boomers.

Estes, por sua vez, tendem a ser a geração que apresenta mais fidelidade às marcas, pois cresceram em um período onde a identidade de marca, dentre todos os fatores, era o mais importante do mercado. Entretanto, estas são somente tendências gerais, sempre há exceções à regra, e aqui não seria diferente. Mas, contudo, compreender os hábitos de consumo de cada geração pode ser muito interessante.

O que podemos aprender com cada uma das gerações?

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Começando com os Baby Boomers – que gostam de estabilidade financeira e tranquilidade, aprendemos que é importante e necessário nos preocuparmos com o amanhã. Afinal, essa geração está financeiramente mais bem preparada para encarar a terceira idade. O mesmo vale para a Geração X, que acredita que um emprego estável em uma empresa durante toda a vida é importante. Eles prezam por uma trajetória linear.

Por outro lado, a Geração Y, também conhecida por aí como Millenials, é conhecida pelo otimismo e concentração. Eles estavam presente no intenso desenvolvimento tecnológico e de popularização da internet. Podemos aprender com eles que vale a pena ter curiosidade e disposição para conhecer as novidades. Principalmente aqueles que são jovens, a pouca idade possibilita uma dose a mais de riscos, já que tem muito tempo pela frente se algo der errado. Não desperdice isso!

Mais detalhes para você

Temos ainda a Geração Z. De todas as gerações, está é a mais jovem a frequentar o mercado de trabalho. Por isso, são mais conservadores quando o assunto é dinheiro. Pelo mesmo motivo, são afeiçoados pela poupança, pois temem perder aquilo que conquistaram. Eles buscam muitas informações antes de se envolver com qualquer coisa do mercado financeiro, e desconfiam bastante de fórmulas prontas. E o mercado de investimentos admira e preza por isso.

Por fim, temos também a Geração Alpha, das crianças nascidas a partir de 2010. Estes são os filhos da geração dos Millenials; assim, já pertencem a um mundo completamente tecnológico e conectado desde os primeiros dias de vida. Por isso, são conhecidos como nativos digitais. Para essa nova geração, não há separação entre o que é digital e o que é ‘vida real’.

Isso faz com que eles tenham novos modos de se relacionar, de aprender, conhecer coisas novas e de experimentar tudo à sua volta. Essa, claramente, é a geração mais influenciada pela tecnologia até agora. No geral, estamos falando de crianças com forte senso de observação e atenção. Sendo assim, elas querem inventar coisas novas, interagir com as pessoas e se conectar sempre. São mini pessoas mais versáteis, livres, questionadoras e hiperconectada.

A tecnologia e seus impactos em diferentes gerações

A tecnologia vem fazendo muitas transformações no mundo – e isso é um fato incontestável. Sendo assim, não seria diferente na forma como as pessoas gastam seu dinheiro. Por exemplo, hoje em dia os consumidores conseguem comparar preços e acompanhar seus gastos via apps com apenas alguns toques na tela. Então, ao mesmo tempo que a tecnologia ajuda as pessoas a economizarem, também é uma ferramenta que facilita o gasto exagerado.

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Redator especializado em finanças, focado em transformar temas complexos em conteúdos claros, práticos e acessíveis. Produz artigos sobre investimentos, economia, renda extra e educação financeira, sempre com linguagem objetiva e orientada para resultados.