Focar mais na ideia do que no problema, procurar aporte no momento errado e não ter estratégias para participar de eventos. Esses são os principais motivos de porque as startups falham.

Qual empreendedor nunca teve o sonho de se tornar um unicórnio? Quando as ideias estão alinhadas com aquilo que o mercado busca, é perfeito, não é mesmo? No entanto, a jornada para manter uma startup e fazê-la crescer, infelizmente, não é algo tão simples. Inclusive, pesquisas apontam que cerca de 25% das startups falham no primeiro ano de atuação.
Sim, é uma porcentagem bem alta. E existem prováveis motivos para isso… Abrir o próprio negócio é um clichê clássico sobre dificuldades e desafios. Além das empresas que fecham no primeiro ano de vida, existem também aquelas que acabam não dando certo – 90% das startups. Ou seja, não é nada fácil estruturar uma ideia, criar e manter uma startup no mercado. Vem comigo conferir mais detalhes e saber o que fazer!
Relações podem ser influência no sucesso da jornada
Todas as pessoas que vão fundar uma nova empresa tem, no mínimo, três pontos em volta da mente: o plano de negócios, a captação recursal e a gestão de riscos. Ou seja, desde o momento que abre os olhos até a hora de fechá-los, a busca é por formas de manter a empresa funcionando. É aquilo que todos sabemos: gerir seu próprio negócio não é nada fácil, é uma jornada repleta de obstáculos e dificuldades.
No entanto, ter acesso a dados e informações para a tomada de decisão é essencial; porém, ainda há muito a ser explorado quando o assunto é ‘por que as startups falham?’. Especialmente no contexto brasileiro, ainda é um pouco difícil afirmar o motivo da descontinuidade das startups. Dito isso, a Fundação Dom Cabral desenvolveu uma pesquisa a fim de identificar padrões no empreendedorismo no Brasil.
Com essa pesquisa, foram identificados três principais características que podem influenciar o sucesso – ou o fracasso – de uma startup. Veja só esses aspectos: 1. Quantidade de sócios envolvidos no negócio; 2. Capital investido antes de iniciar as vendas; 3. Localidade – seja física ou virtual – da startup. Esses foram os principais pontos analisados depois da pesquisa, mas você vai ver algumas outras possíveis razões para a falha das startups.
Algumas razões para o fracasso:
Para identificar os principais motivos porque as startups falham, uma consultora leu cartas de falência de mais de 110 startups e, nessas cartas, notou alguns padrões de comportamentos e atividades; o que facilitou a identificação das principais razões para a suspensão das operações no mercado. O primeiro motivo, por exemplo, é a falta de capital ou a incapacidade de levantar o valor necessário.
Alocar os recursos financeiros da maneira certa é a principal dificuldade das startups. Isso acarreta também a dificuldade em garantir maior interesse para novas rodadas de aportes. O segundo motivo identificado é o foco em desenvolver soluções que parecem mais interessantes do que de fato são necessárias e solicitadas pelo mercado. Pesquise muito bem antes de abrir um negócio e tenha certeza de que o mercado precisa disso!
No mais, caro leitor, quem inicia um novo negócio sabe o quão importante é construir um modelo de negócios; no entanto, a incapacidade de o adaptar a novas necessidades e realidades do mundo é uma das razões que fazem com as startups vão à falência. A precificação, os custos e o produto também influenciam na sobrevivência da empresa. É preciso criar produtos com preço interessante para os clientes e, ao mesmo tempo, eficiente para cobrir os custos.
Não é fácil gerenciar uma empresa de sucesso.

Quando estamos falando de uma startup, na grande maioria das vezes, a ideia é tão nova que não existe nada parecido no mercado. E isso faz com que o empreendedor precise passar por diversas etapas para tentar colocar o negócio no mercado – ou seja, fazê-lo funcionar. Nesse sentido, o risco é bem maior; afinal, às vezes é uma inovação tão radical que fica complicado prever os próximos passos do mercado com exatidão.
Sendo assim, para sair dessa estatística de startups que falharam, reduzir as incertezas e administrar uma empresa de sucesso, é necessário ter mais atenção aos pontos mais relevantes que podem levar um negócio tão arriscado ao ‘fundo do poço’. Analistas da área afirmam que algumas falhas são comuns e, por isso, necessitam de mais atenção. É o caso, por exemplo, de buscar investimentos no momento errado ou se apaixonar pela ideia da empresa e esquecer os problemas.
Startups falham – mas aqui vai ser diferente!
Ainda que – muitas – startups falhem, um bom planejamento, organização e conhecimento de mercado são os fundamentos para começar a construção de uma empresa sólida, firme e duradoura. Com esses pilares bem estabelecidos, é de extrema importância se relacionar com o ambiente corporativo através de eventos que fazem sentido e agregam mais conhecimento para a empresa.
Além de aprendizados muito interessantes e que fazem toda a diferença, esses momentos são essenciais para garantir acesso mais certeiro a determinadas pessoas e redes de contato – o que pode transformar o rumo do negócio. Como ficou claro por aqui, as startups são um formato de negócio um pouco mais arriscado; ou seja, são inúmeras incertezas e riscos envolvidos nesse universo.
Embora muitas pessoas pensem o contrário, o risco de trabalhar com inovação é bem maior do que com as atividades tradicionais do mercado; afinal, normalmente se trata de algo novo e construído do zero, o que gera ainda mais incerteza para os consumidores e/ou usuários. Já nas atividades tradicionais, mesmo que os riscos estejam lá, os caminhos são mais conhecidos e fica mais fácil colocar um negócio para funcionar.
Você entendeu por que startups falham?
Claro, além do que você viu por aqui, existem outras razões porque as startups falham… Poderíamos citar, por exemplo, a falta de controle do negócio, a falta de investimento e capital, uma gestão financeira despreparada, produto pobre e/ou desinteressante, precificação incorreta, entre outros. Porém, aqui trouxemos os principais pontos para que você consiga refletir sobre o futuro da sua empresa – seja ele, ainda, uma ideia ou algo concreto no mercado.
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