Quiet Quitting: conheça a nova tendência do mundo corporativo

Já ouviu o termo ‘quiet quitting’? Sabe o que significa? Então, vem comigo descobrir!

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Fonte: Google

Muito em alta nos últimos tempos, o termo ‘quiet quitting’ é discutido em diversas áreas. Isso porque, embora já aconteça há bastante tempo, só agora ganhou um nome e viralizou nas redes sociais, principalmente no TikTok – assim, gerando um forte debate entre os jovens internautas. Do inglês, a tradução quer dizer ‘demissão silenciosa’.

Então, essa nova tendência do mundo corporativo se refere aos profissionais que realizam apenas as tarefas e atividades propostas para sua função. Como assim? Nada mais e nada menos àqueles profissionais que nunca fazer além do que foram propostos a realizar; ou seja, nunca além da obrigação. Esse é um comportamento super comum, especialmente, na Geração Z.

Mas, afinal, o que quer dizer Quiet Quitting?

Há algum tempo, a expressão quiet quitting vem ganhando destaque na mídia e na internet. Ela se refere ao movimento de profissionais que dizem estar executando o mínimo possível de tarefas e atividades no trabalho. Ou seja, somente aquilo que é necessário para não serem demitidos. Nem mais e nem menos do que aquilo determinado em contrato de trabalho.

Se pesquisarmos por aí, inclusive, encontraremos nas mídias sociais diversos vídeos de pessoas dizendo que estão nesse movimento propositalmente. É interessante imaginar que essa dinâmica é o oposto do que as pessoas relatam em entrevistas de emprego. Quando passam a impressão de que estão muito empenhados para buscar mais experiência e crescimento profissional.

Na verdade, o que está por trás do quiet quitting é a busca por uma vida mais equilibrada, em questão de expediente e carga horária. Além de uma saúde mental melhor. Aqueles que se dizem adeptos a esse movimento de fazer o mínimo possível mostram que o trabalho no qual estão não vale o esforço e a energia gastos, muito menos para darem um pouco mais de si mesmos.

Como esse movimento surgiu?

O movimento surgiu com um morador de Nova York, chamado de Zaid Khan. Em seus vídeos do TikTok, o engenheiro de 24 anos passou a explicar o intuito de desempenhar suas funções e executar suas atividades, mas sem seguir a ideia de que o trabalho deveria ser sua vida. E se pesquisarmos na internet, existem muitas pessoas seguindo a mesma ideia e o mesmo conceito.

Nas mídias sociais, as pessoas dizem que trabalham durante a carga horária prevista no contrato de trabalho, sem o cumprimento de horas extras e sem levar um ritmo de trabalho que possa causar algum desequilíbrio. É saudável buscar capacidade para trabalhar dentro das horas pré-estabelecidas. Não é nada saudável passar vários anos fazendo longas jornadas.

É preciso, de fato, conseguir ter mais equilíbrio em nosso cotidiano. Mas, é certo, infelizmente, que nem sempre conseguiremos, realmente, trabalhar apenas no horário comercial. Afinal, um dia podemos ter mais trabalho e mais atividades a serem executadas do que em outros dias. E, nesses casos, precisamos dar um gás a mais, pois a situação exige algo do tipo.

É uma boa ideia fazer isso?

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Fonte: Google

Mas, em contrapartida, fazer somente aquilo que está previsto em contrato de trabalho não é algo muito bom. Especialmente para aquelas pessoas que desejam uma progressão na carreira. Ainda que quiet quitting seja um termo mais moderno, identificamos que essa é uma postura que sempre existiu no mercado corporativo e no mercado de trabalho. E está diretamente ligada ao fato de muitos não estarem felizes no trabalho.

Na verdade, uma boa parte das pessoas que aderem a um movimento desse tipo estão, na verdade, sem conexão com seu próprio trabalho. Essa falta de conexão pode ser com a empresa em si, o propósito da atividade a ser executada, a equipe ou o líder. Por isso, em vez de simplesmente aderir ao movimento de quiet quitting, o profissional deve avaliar se não faz mais sentido mudar o rumo da carreira.

Por trás do Quiet Quitting

Um fator por trás de uma saída silenciosa, ou ‘quiet quitting’ como você já viu por aqui, pode ser o desejo de escolher uma carreira, cargo ou empresa sem se aprofundar nos prós e contras dessa escolha, priorizando apenas a recompensa financeira. As pessoas escolhem carreiras muito cedo, isso é fato. E isso não é uma coisa muito bacana, ao contrário do que muitos acreditam.

Então, os jovens adultos se veem sem saber muita coisa sobre carreira, profissões e todo esse universo, mas podemos e devemos ficar atentos a cada passo que damos. O conflito geracional, de extrema importância, também entra nessa agenda. Além disso, geração mais jovem já coloca os pés no mercado com uma mentalidade diferente das gerações anteriores.

Especialmente quando se trata do significado de seu trabalho e do impacto que suas carreiras tiveram em suas vidas. Com isso, cresce também o desafio para as empresas continuarem atraentes na perspectiva de colaboradores de diferentes gerações. São muitos pontos a serem analisados e avaliados. No entanto, aderir ao quiet quitting nem sempre é a melhor opção.

Breve reflexão.

Você está realmente feliz com sua vida profissional? Se a resposta for ‘não’, busque entender de onde vem essa insatisfação e considere a ideia de mudar de trabalho e tomar outro rumo profissional. Trabalhar a vida inteira insatisfeito é algo extremamente prejudicial – para sua saúde física e também mental. É comum haver receio diante dessa mudança, mas, ainda assim, é válido arriscar. Além de valer muito mais a pena do que trabalhar sem qualquer propósito.

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Redator especializado em finanças, focado em transformar temas complexos em conteúdos claros, práticos e acessíveis. Produz artigos sobre investimentos, economia, renda extra e educação financeira, sempre com linguagem objetiva e orientada para resultados.