Reserva de emergência: entenda como fazer, porque fazer e quando fazer

Reserva financeira parece algo inacessível para você? Veja como é possível fazer a sua reserva de emergência e não passar aperto mais! Confira tudo sobre o assunto, a seguir.

Reserva de emergência
Fonte: Google

Todos nós estamos sujeitos a passar por momentos inesperados, não é mesmo? Por isso, uma reserva financeira é uma questão importante a ser considerada. Afinal, em muitos casos, uma reserva de emergência pode ser a salvação do momento. Principalmente para evitar dívidas, recorrendo a recursos, como empréstimos, por exemplo. Até porque, em muitos casos, nem mesmo essa é uma opção.

Por isso, é hora de avaliar uma forma de fazer uma reserva para ser utilizada quando existem questões emergenciais. Afinal, por mais que não estejamos acostumados a poupar e guardar, sabemos que essa é uma prática que pode ser adotada aos poucos e com o tempo, pode se tornar um hábito ou estilo de vida. Afinal, só depende da gente mesmo, não é verdade? Então, acompanhe, a seguir, questões interessantes para se inteirar desse assunto. Confira!

Entenda o que é e qual a importância de uma reserva de emergência

Como sabemos que nessa vida nada é totalmente seguro, é sempre bom ter uma reserva financeira para poder contar em momentos de imprevistos. O propósito da reserva de emergência é exatamente esse: ter um dinheiro disponível, para auxiliar diante de uma situação inesperada. Essa reserva consiste em um valor que seja equivalente ao seu custo de vida, durante algum tempo e claro, guardado em uma poupança ou aplicação com retirada fácil e com rendimentos seguros.

Podemos dizer que criar uma reserva de emergência é o primeiro passo para entrar no mercado de investimentos. Por isso, ter uma reserva é importante para o seu planejamento financeiro, como foco no retorno a longo prazo. Afinal, não dá para deixar dinheiro parado. Por isso, a sua reserva pode até mesmo gerar lucros se aplicada corretamente, enquanto guarda o valor para uma situação de emergência.

Desta maneira, você pode chegar a um patamar que, mesmo passando por uma necessidade de fazer retirada, o valor investido fique resguardado. Pois somente com o valor dos rendimentos, você consegue obter retiradas suficientes para atender às necessidades do momento. Inclusive, esse é o ponto chave. Conseguir chegar a esse nível ou até mesmo a maiores. De forma que os rendimentos possam ser retirados para uso, mesmo sem emergência.

Quando usar a reserva de emergência?

Ter uma reserva de emergência deve ser fundamental para qualquer pessoa ativa economicamente. Inclusive, independente de sua idade, classe social ou renda. Afinal, o que muda de caso para caso, é o valor dessa reserva. Contudo, o objetivo maior dessa poupança é ter uma cobertura disponível em momento de necessidade. Veja algumas situações possíveis, a seguir.

Desemprego; Emergência médica, hospitalar ou medicamentos; Emergência com animais de estimação; Manutenção para carro ou casa; Viagens inesperados, em caso de urgência; Descontrole financeiro com cartões e dívidas; Despesas burocráticas, como documentos; Possível mudança.
Ou para evitar dívidas, como empréstimos, por exemplo.

Nesse sentido, vale ressaltar que o dinheiro guardado em reserva de emergência não deve ser utilizado, se não em caso de necessidade, em uma situação de urgência. Assim como também, ela não tem o intuito de quitar dívidas. Visto que a reserva é feita exatamente pensando no contrário, com planejamento financeiro e o valor reservado não deve ser tirado de contas a pagar, mas sim de pequenas economias do dia a dia.

Como fazer essa reserva?

Reserva de emergência
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Primeiramente, devemos entender que uma reserva de emergência não precisa ser composta de uma vez. Ao contrário disso, ela pode ser construída aos poucos, através de um regime de gastos diários a longo prazo. Inclusive, essa tarefa pode ajudar você a adotar um novo estilo de vida, mais minimalista e focado em gastos necessários, contendo poucas exceções.

Para isso, organize suas finanças, deixe as dívidas em dia e faça um planejamento dos seus gastos. Esse planejamento é essencial para conseguir o controle financeiro que vai permitir o investimento na sua reserva. Além disso, vale a pena considerar se existe algum gasto desnecessário e empregar esse valor também na sua reserva. Afinal, por menor que seja, todo valor que entrar é um degrau para conseguir a economia desejada.

Como calcular o valor a ser reservado?

Para fazer uma reserva de emergência, não existe um valor certo. Porém, os especialistas aconselham que você faça um cálculo do valor total de suas despesas fixas mensais. Assim, a partir desse valor, você deve estipular um número de meses, que pode variar entre 6 e 18 meses, dependendo de algumas características, como instabilidade do emprego, mercado de trabalho para sua área de atuação e vários outros pontos.

Ou seja, vamos supor que suas despesas mensais somam a quantia de R$2 mil. Então, no caso da reserva mais simples, de 6 meses, o valor mínimo dessa reserva deve ser de R$12 mil. Mas, claro, esse valor deve ser juntado aos poucos. No entanto, para as pessoas que trabalham em áreas de maior instabilidade, o ideal é que o número de meses seja maior. Consequentemente, a reserva deve ser pautada nesse tempo maior.

Além da questão da instabilidade de emprego e da área de atuação, ao pensar em um reserva financeira, considere também outros fatores relevantes, como o número de filhos, de animais de estimação e de dependentes (caso haja). Ou mesmo questões financeiras, como financiamentos, aumento de custos, como valor do combustível que está sempre alterando, reajuste de mensalidades e outros possíveis gastos extras.

Devo investir minha reserva de emergência?

É claro que dinheiro parado é bobeira. Afinal, se você tem uma reserva, existem várias opções que podem fazer esse dinheiro render. No entanto, o dinheiro de uma reserva de emergência não deve ser usado como um dinheiro livre para um investimento comum.

Pois, é preciso tomar alguns cuidados específicos, como a disponibilidade de retirada rápida e a escolha de um investimento seguro, que esteja longe de riscos de perda. Portanto, estude um pouco o mercado de investimentos e se preciso procure a ajuda de um profissional, para aplicar sua reserva da melhor maneira.

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Redator especializado em finanças, focado em transformar temas complexos em conteúdos claros, práticos e acessíveis. Produz artigos sobre investimentos, economia, renda extra e educação financeira, sempre com linguagem objetiva e orientada para resultados.