Após a pandemia, o número de pessoas que agora dão preferência para o trabalho remoto ou híbrido cresceu como nunca antes. Veja o que muda, quais as tendências e porque esse novo modelo agradou tanto. Acompanhe!

Desde que surgiu a pandemia do Corona Vírus, muitas empresas se viram obrigadas a mudar a forma como os seus colaboradores atuavam. Afinal, devido às restrições impostas, o trabalho remoto ou híbrido foram a saída para grande parte dos trabalhadores. Porém, o que não se esperava é que fosse dar tão certo, a ponto de se tornar fixa uma medida que era apenas provisória.
Pois foi exatamente isso que aconteceu! O novo modo de trabalhar “de casa” agradou não só as empresas, como também os trabalhadores. A prática vem dando certo e gerando bons resultados. Aliás, é também uma boa maneira de promover o bem-estar do trabalhador, que pode trabalhar no conforto do seu lar, sem precisar enfrentar trânsito e até o transporte público. Veja a seguir o que mudou:
O que muda com o regime de trabalho remoto ou híbrido?
O regime de trabalho remoto ou híbrido não é uma novidade no mercado de trabalho. Porém, após esses modelos serem bastante adotados pelas empresas no período das restrições impostas pela pandemia, o trabalho a distância ganhou mais popularidade, mostrando na prática, que esse método pode funcionar muito bem. Mas, afinal, o que muda com tudo isso?
Pois bem! As empresas que puderam adotar esse novo formato perceberam grande queda nos gastos e custos. Diante dessa economia, muitas delas preferiram por desfazer dos espaços físicos e oficializar o trabalho remoto como fixo. Em outros casos, apenas alguns espaços foram mantidos, devido a necessidade de implantar o trabalho híbrido, onde a jornada presencial foi intercalada com a jornada remota.
Contudo, o fator principal mesmo é a produtividade. Afinal, de nada vale reduzir os gastos, se o rendimento cair também. No entanto, o que se pôde reparar, em grande parte dos casos, foi o aumento do rendimento do trabalho. Sendo assim, essa resposta positiva foi crucial para que muitas empresas decidissem por manter o trabalho remoto, mesmo depois da flexibilização das restrições.
E para o trabalhador? O que mudou?
Os benefícios do trabalho remoto ou híbrido não se resumem apenas às empresas. Isso porque os próprios trabalhadores também notaram melhorias em suas rotinas, com a adoção desse regime de trabalho a distância. Principalmente aqueles que se viram livres do transporte público. Aliás, o tempo que antes era gasto com o deslocamento, agora é um tempo livre a mais. E isso é ótimo, não é mesmo?
Além disso, o bem-estar de trabalhar no conforto do seu lar, poder programar o seu dia com mais precisão, se sentir mais focado no trabalho, tudo isso contribui para que o trabalho renda bons resultados, como reflexo do bem-estar do trabalhador. Inclusive, em alguns casos, é possível até mesmo escolher o melhor horário para trabalhar, quando a jornada é flexível.
Outro fator importante é a oportunidade que o trabalho remoto dá, para o trabalhador ter maior flexibilidade em todas as áreas. Para a saúde, por exemplo, trocar a alimentação da “rua” pela alimentação caseira, é uma boa oportunidade de mudar seus hábitos alimentares. Para o físico, é possível trocar o tempo que se gastava no trânsito, por um tempo em algum tipo de atividade física, mesmo em casa ou na academia.
Tendências no mercado de trabalho

De acordo com a pesquisa realizada pela Microsoft sobre as tendências no trabalho, 58% dos trabalhadores no Brasil consideram migrar para o trabalho remoto ou híbrido ao longo do próximo ano. Enquanto isso, 57% dos profissionais remotos, em todo o mundo, consideram mudar para o trabalho híbrido. Da mesma forma, 51% dos trabalhadores em regime de trabalho híbrido, preferem mudar para o regime totalmente remoto.
Nesse contexto, o que podemos ver com os resultados dessa pesquisa da Microsoft é que as mudanças no mercado de trabalho, em relação ao regime de jornada, ainda estão longe de chegar ao fim. Sendo assim, a tendência é que novas mudanças continuem acontecendo, e as migrações de um modelo de trabalho para outro, continuem a ocorrer, seja no regime de trabalho presencial, remoto ou híbrido.
Visão do trabalhador após a pandemia
Ainda segundo o relatório da Microsoft, a visão que os profissionais têm sobre o trabalho mudou no mundo inteiro, ao longo da pandemia. De acordo com a pesquisa, 53% dos trabalhadores em todo o mundo consideram a saúde e o bem-estar como prioridade acima do trabalho, após a pandemia. Enquanto isso, no Brasil, esse número ainda é maior. Pois, 71% dos profissionais afirmam que priorizam a saúde e o bem-estar ainda mais que antes da pandemia.
Veja abaixo, os dados que revelam quais são as características que mais importam hoje, para os trabalhadores:
- 46% – A cultura positiva
- 42% – Saúde física, saúde mental e bem-estar
- 40% – Sendo de propósito
- 38% – Horário flexível
Tendo em vista os dados citados, podemos entender que o modelo de trabalho remoto e o modelo de trabalho híbrido dão maiores oportunidades para que os profissionais tenham suas prioridades, sem que o trabalho seja um empecilho. Portanto, talvez seja essa a explicação para que esses regimes de trabalho sejam o desejo da maioria dos profissionais, segundo mostra a pesquisa.
Expectativa X Realidade
Aqui no Brasil ainda estamos longe de equilibrar o desejo de trabalho remoto ou híbrido com as oportunidades do mercado de trabalho. Afinal, com 58% dos brasileiros preferindo o regime de trabalho a distância, podemos notar que há uma demanda de trabalhadores dispostos muito maior que as reais oportunidades de contratação nesse sentido. Sendo assim, a especialização pode ser um ponto chave para garantir a vaga tão desejada.
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